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Segunda-feira, 19 / 08 / 2019
SAÚDE
Agevisa reforça combate à malária com pontos fixos de testes rápidos

Data da notícia: 2019-07-26 18:18:38
Foto: Assessoria/Divulgação
Instalação de mosquiteiros impregnados com veneno fazem parte das ações de controle da doença

Uma equipe do Ministério da Saúde esteve em Rondônia acompanhando o trabalho de combate à malária e sinalizou positivamente à demanda apresentada pela Coordenação Estadual do Programa de Controle da Malária da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) para a necessidade de pontos de testes rápidos em áreas de risco da doença para tornar o enfrentamento mais efetivo.
‘‘Neste mês [julho], nós estivemos nos laboratórios de diagnóstico dos municípios de Machadinho do Oeste, onde também visitamos a área onde se pretende construir uma hidrelétrica, Itapuã, além áreas de garimpo, Candeias do Jamari e Porto Velho. Também estivemos no Lacen [Laboratório Central de Saúde Pública]’’, expliciou o coordenador estadual do Programa da Malária/Agevisa, Valdir França.
Ele destacou que da visita às áreas de garimpo, em Itapuã do Oeste, surgiu o compromisso da equipe do Ministério da Saúde, com a proposta do estado, em inserir pontos de testes rápidos em áreas de risco da doença.
Os municípios vão apenas supervisionar e colher os dados. O testes serão enviados pelo Ministério da Saúde e o estado de Rondônia fará a distribuição e controle. ‘‘Esse é um compromisso do Ministério da Saúde’’, garantiu o coordenador. Os pontos de testes rápidos serão abastecidos inicialmente pelo estoque já existente no estado.
A doença é endêmica da região amazônica e pode até matar quando não tratada da forma adequada. De janeiro até o dia 22 de julho, foram registrados 3.961 casos positivos da doença. O que representa 25,5% a mais que no mesmo período do ano passado, quando houve 3.154. Os municípios que mais concentram os casos são Porto Velho, Candeias do Jamari, Guajará-Mirim; Ariquemes; Itapuã do Oeste e Machadinho do Oeste.
O controle contra a malária exige um trabalho constante da Agevisa alinhado ao governo federal, municípios e especialmente da sociedade civil que deve procurar quanto antes o diagnóstico da doença ao sentirem sintomas como febre alta; calafrios; tremores; sudorese e dor de cabeça. Além de fazerem uso de mosquiteiros e repelentes e evitarem estarem próximos a igarapés ao entardecer.


Fonte: Assessoria


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