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Segunda-feira, 19 / 08 / 2019
SUSTENTABILIDADE
Hildon Chaves traça alternativas para o setor agrícola

Data da notícia: 2019-07-29 18:40:48
Foto: Assessoria/Divulgação
O prefeito Hildon Chaves e o titular da Semagric traçam alternativas adequadas para o setor agrícola de Porto Velho

Estudos do Instituto Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas que serão apresentados em agosto, na Convenção de Genebra (Suíça), pretendem comprovar que o atual modelo de produção e consumo não são sustentáveis e que será inevitável um desastre climático e social caso não se reformule a forma de produção, transporte e até consumo de alimentos nas próximas décadas.
Com base na informação, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB) e o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luiz Cláudio Pereira, trabalham em projetos alternativos que sejam capazes de transformar o município num modelo de produção rural sustentável.
A preocupação se justifica na medida em que os estudos mostram que o modelo atual de produção, transporte e consumo é responsável por quase 30% das emissões de gases provocadores do “efeito estufa” no planeta, além de que é seguro um aumento de até 30% no preço de alimentos nos próximos anos, por conta da degradação das terras produtivas.
A consequência será aumentos nos índices de pobreza e alteração elevada da insegurança alimentar. Seguindo orientação do prefeito Hildon Chaves, Luiz Cláudio tem concentrado esforços das equipes de especialistas da Semagric no planejamento e implantação de políticas públicas que aumentem a produção de alimentos com sustentabilidade.
“Nós estamos trabalhando em vários projetos que de fato incentivem os jovens, as mulheres e os agricultores na direção da sustentabilidade, aumentando a produtividade e lucro”, apontou Luiz Cláudio, ressaltando a aposta no sentido de incentivar o retorno das pessoas à atividade agrícola.
Para o secretário, um dos agravantes é o desperdício que vem desde a produção até o consumidor, que chega a 40%. “Defendemos o desperdício zero de alimentos. Nós temos uma preocupação com as gerações futuras. De nada adianta produzir e não ter para quem vender. O produtor rural tem que ser empreendedor, não precisa andar de carroça e ganhar só para sobreviver ”, assegurou o secretário.


Fonte: Assessoria


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