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Segunda-feira, 09 / 12 / 2019
PREVENÇÃO
Idaron intensifica ações de combate à raiva na região de Nova Brasilândia

Data da notícia: 2019-08-02 10:19:15
Foto: Divulgação
Captura do morcego hematófago é uma das atividades da agência na região para controle da doença

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) intensificou as ações de prevenção e combate à raiva animal na região de Nova Brasilândia do Oeste, interior do estado.
A doença gera preocupação, uma vez que pode afetar tanto o homem quanto animais mamíferos domésticos e silvestres. No agronegócio, é responsável por grande prejuízo econômico, pois quando há evolução da doença, invariavelmente, é fatal nos animais acometidos. O maior transmissor do patógeno é o morcego hematófago, que se alimenta de sangue.
A Idaron está atuando nas propriedades rurais da região, realizando ações sanitárias, como coleta de material de animais suspeitos e notificação das propriedades, para, em 30 dias, realizar a vacinação de bovídeos, equídeos, caprinos e ovinos.
Também está sendo feita investigação para identificar os abrigos de morcegos hematófagos, e também ampla divulgação sobre a enfermidade e suas consequências, por meio palestras e reuniões em escolas e associações rurais, com distribuição de material gráfico. Há ainda a divulgação em meios de comunicação.
A Secretaria de Saúde de Nova Brasilândia foi informada das ações para as devidas providências junto a pessoas que possam ter manipulado animais enfermos.
De acordo com o coordenador do Programa Estadual de Combate à Raivas dos Herbívoros da Idaron, Dalmo Bastos Sant’Anna, o dia 28 de setembro será o ‘Dia de Combate à Raiva no Mundo’ e, em Rondônia. Nesta data, a agência intensificará a divulgação sobre a raiva nos municípios e distritos da região, suas consequências e importância da vacinação anual dos rebanhos, como a forma mais eficaz de controle da doença no estado.
Dalmo Sant’Anna alertou, ainda, que vacinar o rebanho, embora não seja obrigatório, é muito mais barato do que amargar o “enorme prejuízo”, quando ocorrer a doença nos animais, devido à mortalidade.


Fonte: Assessoria


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