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Sexta-feira, 15 / 11 / 2019
NOVA BRASILÂNDIA
Idaron descarta suspeita de febre aftosa em três animais

Data da notícia: 2019-10-28 10:43:55
Foto: Assessoria/Divulgação
Com a retirada da vacinação, outras medidas de prevenção, como o controle de trânsito e vigilância de animais susceptíveis, serão ainda mais importantes

Após análise clínica em três animais, com amostras encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) de Pedro Leopoldo (MG), a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) descartou a suspeita de febre aftosa registrada em Nova Brasilândia do Oeste.

No mesmo dia que as amostras deram entrada no LFDA, obteve-se o diagnóstico de não reagentes para febre aftosa e estomatite vesicular em todas as amostras, segundo informou Márcio Alex Petró, coordenador estadual do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (Pnefa).

O LFDA fez exames diferentes utilizando técnicas moleculares, em busca de doenças causadas por poxvírus. Todos os exames tiveram resultado negativos, ou seja, não reagentes.

“As poxviroses são popularmente chamadas de varíola bovina e podem causar lesões vesiculares confundíveis com febre aftosa. Têm sido comumente identificadas em diversos municípios de Rondônia”, explicou Márcio Petró.

Mesmo com os resultados negativos para aftosa, estomatite vesicular e poxviroses, em continuidade à vigilância epidemiológica, os animais das propriedades com caso suspeito de doença vesicular serão examinados periodicamente nos próximos 15 dias, para acompanhamento da evolução clínica das lesões.

Vigilância
Todo o serviço veterinário oficial, em conjunto com os produtores rurais, veterinários e outros profissionais, tem promovido constante vigilância para a febre aftosa. Uma das estratégias adotadas pela agência é a inspeção dos animais susceptíveis à doença, em busca de sinais clínicos e lesões sugestivas de doenças vesiculares, com direcionamento às propriedades rurais com maior risco de introdução ou de circulação do agente causador da doença.

Com a intensificação da vigilância dos animais susceptíveis, é esperado um aumento na frequência da suspeita de doenças vesiculares, uma vez que várias doenças, em alguma fase do seu curso, podem ser confundidas com as lesões de febre aftosa ou estomatite vesicular.

“Esse incremento demonstra que o serviço veterinário estadual e a iniciativa privada estão em consonância, fortalecidos e aptos para identificar e conter precocemente a doença, caso ela ocorra”, destacou o presidente da Idaron, Júlio César Rocha Peres.


Fonte: Assessoria


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