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Segunda-feira, 16 / 12 / 2019
PERÍODO CHUVOSO
Agevisa alerta população sobre o risco de acidentes com animais peçonhentos

Data da notícia: 2019-11-14 11:21:35
Foto: Divulgação
Nesta época do ano, as pessoas precisam se precaver e adotar posturas para evitar ataques de animais

Com o registro de mais de 1.500 de acidentes com animais peçonhentos até o dia 11 de novembro, em Rondônia, a Agência Estadual de Vigilância de Saúde (Agevisa) alerta a população e reforça planejamento e estratégia de atuação para enfrentar e dar resposta ao problema de saúde pública que tende a aumentar durante o período de chuvas e cheia de rios em toda a Amazônia.

Segundo o médico veterinário, Cesarino Júnior Lima Aprígio, gerente de Vigilância em Saúde Ambiental da Agevisa, o período, de fato, é o mais crítico do ano em relação aos ataques de animais peçonhentos em Rondônia.

Segundo ele, as pessoas precisam se precaver e adotar posturas que inibam os acidentes, visto que as chuvas potencializam o crescimento da vegetação próxima às residências, formando um ambiente propício ao abrigo e reprodução desses animais perigosos, principalmente com o acúmulo de lixo doméstico.

Cesarino Aprígio afirmou que até 11 de novembro desse ano, 930 pessoas foram picadas por cobras, e cerca de 700 pessoas sofreram ataques de outros animais peçonhentos não menos perigosos como arranhas, escorpiões, lagartas, abelhas e outros. Esses números aumentam mais nesta época, se as pessoas não adotarem medidas protetivas e salubres (limpeza) nas residências e no ambiente de trabalho, como o uso de botas, por exemplo, durante a realização de tarefas no quintal de casa e nas áreas de lavouras e plantações agrícolas.

Parceiros
O gerente da Agevisa agradeceu aos parceiros, em especial, ao Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar, que ajudam muito e dão suporte ao trabalho dos serviços de saúde do estado, e também aos demais órgãos que atuam na missão, como a própria Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Defesa Civil, e outros, que durante as chuvas e enchentes trabalham muito e são parceiros essenciais no monitoramento das áreas de riscos e mais suscetíveis aos acidentes com animais peçonhentos.

Aprígio assegurou também que a Agevisa atua vigilantemente com atenção redobrada no monitoramento das regiões de risco, destacando que mantem estoque de soro antiofídico (contra picada de cobra, aranha e escorpiões), em todas as regionais e serviços de saúde, mesmo com as dificuldades do Laboratório Butantã – que produz o soro no Brasil -, que está trabalhando em três turnos para atender às demandas de medicamentos.

Esse não é um insumo que se pode importar, por não existir similaridade de composição entre o veneno da cobra brasileira com qualquer outra cobra do mundo. “Por isso, é que o antídoto tem de ser produzido com o veneno da cobra brasileira e usado, preferencialmente, daquela da mesma espécie que provocou o ataque, acidente”, admitiu.


Fonte: Assessoria


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