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COVID-19
Número de mortes aumenta para 25 no Brasil que tem 1.546 casos confirmados

Data da notícia: 2020-03-21 18:41:19
Foto: Divulgação

O ministério da Saúde informou hoje que os casos confirmados do novo coronavírus no país subiram de 904 para 1546. Também foram contabilizadas 25 mortes por conta da covid-19, doença desencadeada a partir da presença do vírus no organismo. Os números, apesar de oficiais, não refletem a realidade dos casos no Brasil, principalmente por conta da escassez de testes que podem verificar a presença do vírus. Outro fator são os pacientes assintomáticos, que não conseguem saber se estão ou não contaminados, dificultando a contabilização.

Foram relatados 418 casos a mais em relação ao balanço anterior, de sábado, um aumento de 37%. E 7 mortes foram contabilizadas nas últimas 24 horas. Todas elas aconteceram em São Paulo, que agora soma 22 mortes. E também é o local com maior número de casos, com 631 - até sábado eram 459. A taxa de letalidade da doença continua a mesma de sábado: 1,6%, segundo o governo federal.

O próprio ministério admite que há muitos casos que não estão sendo notificados. "80% dos casos são assintomáticos, é claro que a gente não tem como saber, por isso que as medidas de isolamento são importantes", completou o secretário executivo. Ontem, uma portaria do ministério declarou que o Brasil inteiro possui transmissão sustentada —quando não há identificação da origem do vírus.

Até a última quinta, a pasta argumentava que esse tipo de contaminação estava presente apenas nos estados de São Paulo e Pernambuco, no interior de Santa Catarina, e nas cidades de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. O estado de São Paulo continua liderando a lista das unidades federativas com mais contaminados. A região Sudeste representa 56,9% de todos os casos. Até o momento, todos os estados da federação apresentam casos confirmados, à exceção de Roraima.

Wanderson Kleber de Oliveira, secretário de Vigilância em Saúde, afirmou que os casos de coronavírus no Brasil ainda estão concentrados nas grandes cidades. "A maioria absoluta dos casos está em municípios com mais de 500 mil habitantes. Ainda temos uma epidemia concentrada nos grandes centros, daí a importância das medidas que estão sendo adotadas pelos gestores das cidades e os cuidados que estamos tendo com os grandes centros", disse Oliveira..

Pela terceira vez o ministério deixou de divulgar os casos suspeitos de contaminação pela covid-19. Gabbardo dos Reis afirmou que a decisão de não divulgar esses números está relacionada ao fato de o país estar em meio à transmissão sustentada. "Nós estamos numa situação em que já está caracterizada a transmissão comunitária. Com essa transmissão, qualquer um de nós pode ser um caso suspeito. Qualquer cidadão brasileiro que apresente síndrome gripal, é um caso suspeito. Não existe mais correlação com países, ou ter contato com algum caso confirmado", disse o secretário do ministério..


Fonte: Agência BR


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