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Ji-Paraná(RO), 01/03/2021 - 13:04
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VÍRUS SINCICIAL
Pais de recém-nascidos devem ficar atentos quanto a contaminação

Data da notícia: 2021-01-14 18:33:41
Foto: Divulgação
A doença é tratável em ambiente ambulatorial com a administração dos medicamentos no período certo

O Governo do Estado de Rondônia, por intermédio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), alerta sobre a disponibilidade de tratamento a infectados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de infecções das vias respiratórias superiores em recém-nascidos ou bebês, que podem levar a óbito caso, não seja tratado rapidamente.

O vírus aumenta a probabilidade de infecções no período chuvoso, pois é nesta época que há maior suscetibilidade de contaminação e agravamento. “As crianças que nascem prematuramente, com menos de 28 semanas de idade gestacional e as crianças que têm menos de dois anos e algum tipo de doença cardíaca ou pulmonar, podem ir a óbito por causa do vírus.

Por esse motivo, é necessário que o tratamento seja feito com imunobiológicos”, explica o coordenador do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) da Agevisa, Kerry Alesson Souza de Almeida.

O coordenador ressalta que as demais pessoas podem ser infectadas com o vírus, como adolescentes ou adultos sem grandes consequências, o risco de morte é para os menores de dois anos.

A doença é tratável em ambiente ambulatorial com protocolos de medicamentos que requer rigor nos horários de administração. “O medicamento contra o VSR, é o palivizumabe, de custo elevado, adquirido pelo Ministério da Saúde que distribui para os estados, que repassa para as regionais de saúde que aplicam a dosagem uma vez por mês na criança até ela completar um ano de vida”, disse Kerry.

De acordo com o coordenador, os imunobiológicos foram iniciados neste mês de janeiro para aplicação nas Unidades de Saúde no estado. Para isso, os pais precisam cadastrar a criança na unidade de saúde mais próxima da residência, deve levar os documentos da criança, receita médica e o termo indicando a necessidade do medicamento.

CUIDADOS
Para driblar a doença, a orientação é manter as crianças bem agasalhadas, evitar aglomerações, contato com outras crianças e manter a higienização regularmente.

São cuidados simples. Entretanto se a criança com menos de dois anos apresentar os sintomas da doença, com problemas pulmonares ou cardíacos, o profissional de saúde encaminhará para receber a dosagem do medicamento”, finalizou Kerry Alesson. Os sintomas do VSR é semelhante aos de um resfriado comum como, por exemplo, secreção nasal, espirros, tosse seca, febre baixa e dores de garganta e de cabeça.


Fonte: Secom


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