OCORRÃNCIAS POLICIAIS
CAFEÃNA I
Análises quÃmicas do ILC (Instituto Laboratorial Criminal) da PolÃcia Civil identificaram mais de dois quilos de cafeÃna apreendida pelo Departamento de Narcóticos. A substância provavelmente estava sendo misturada a cocaÃna para a venda. A apreensão ocorreu no dia 30 de janeiro deste ano em uma residência localizada Rua Fábia, Bairro Igarapé, em Porto Velho. Na ação foram encontrados 1.065 quilos de cocaÃna divididos em onze porções e também 2.045 quilos de uma substancia branca granulada não identificada, ela foi enviada para análise e o resultado foi apresentado esta semana. O diretor do ILC, perito criminal João Dias, destaca que, como o produto analisado apresentava-se em forma de pó branco de aspecto granuloso e sem qualquer odor caracterÃstico foi necessária a utilização de equipamentos de cromatografia gasosa e espectrometria de infravermelho para se chegar a um resultado definitivo.
CAFEÃNA II
A cafeÃna é uma substância estimulante do sistema nervoso central que produz estado de alerta mental e, quando misturada à cocaÃna, além de gerar um aumento do efeito estimulante, promove um acréscimo no volume final do produto vendido pelos traficantes de drogas. Além disso, pode aumentar o risco do usuário apresentar arritmia cardÃaca que poderá levá-lo à morte por parada total dos batimentos do coração. Sintetizada, a cafeÃna costuma ser utilizada como matéria prima para produção de medicamentos, bebidas energéticas e refrigerantes cola, porém, a substância que foi apreendida é do tipo ?cafeÃna anidra granulada? que é especialmente destinada à produção de refrigerante de cola. Contudo, a cocaÃna raramente tem sido objeto de tráfico na sua forma pura, de maneira que várias substâncias podem ser utilizadas como aditivos adulterantes, dentre estas estão a barrilha (carbonato de sódio), talco, açúcares, substâncias anestésicas entre outras que, em maior ou menor grau, também têm causado efeitos danosos aos seus usuários, além daqueles inerentes ao próprio entorpecente, explica o perito criminal.
PICADA DE COBRA
Durante um patrulhamento de rotina pelo bairro Habitar Brasil, no 2º Distrito de Ji-Paraná, a guarnição de Rádio Patrulha da PolÃcia Militar, se deparou com um homem caÃdo segurando uma cobra "Jaracuçu". Ao indagá-lo sobre a situação, o mesmo se identificou apenas como J.S. e informou que tinha acabado de ser picado pela cobra que estava em sua mão. Imediatamente, a guarnição socorreu o indivÃduo até ao Hospital Municipal e ao preencher a ficha no pronto atendimento, o foragido acabou revelando seu nome verdadeiro, como sendo M.C.M. Desconfiando da ação, os PM's consultaram o verdadeiro nome e descobriram que o M. estava foragido do Regime Semiaberto do PresÃdio Agenor Martins de Carvalho. Segundo a equipe médica, o quadro clÃnico de M.C. é estável e ele não corre o risco de morrer. Coincidentemente, o foragido tem uma cobra tatuada no braço esquerdo, o mesmo que foi picado.
DINHEIRO ROUBADO
Após receber solicitação de policiais civis da cidade de Vilhena, uma equipe do Sevic das Delegacias Regional e 2ª Delegacia apreenderam em Ji-Paraná a quantia de R$ 6 mil roubados do caixa eletrônico de Vilhena. Depois de prender a quadrilha que explodiu o caixa eletrônico e apresentar a imprensa na cidade de Vilhena, os policiais constataram que parte do dinheiro havia sido trazido para Ji-Paraná por E.Z.G., um dos integrantes do grupo, o qual guardou o dinheiro na residência do seu pai e voltou para Vilhena, onde foi preso. Diante da situação a equipe manteve contato com uma equipe de Ji-Paraná que após tomar ciência dos fatos, entraram em contato com o pai de E.Z.G. e este imediatamente apresentou na sede da 1ª Delegacia o valor para o delegado Rildo Maciel, o qual determinou a apreensão para que seja remetido a cidade de Vilhena, onde foi subtraÃdo, objetivando a restituição à instituição financeira.
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