Jornal Correio Popular


MULTIVACINAÇÃO
Agevisa orienta população sobre vacinação e intensifica campanha

Data da notícia: 2022-08-17 18:27:48
Foto: Assessoria/Divulgação
As campanhas serão realizadas junto à imunização da Covid, que está em andamento

Neste mês de agosto, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), em conformidade com o Ministério da Saúde, promove uma mobilização para melhorar a cobertura vacinal em todo o estado de Rondônia. As campanhas de vacinação acontecerão junto à imunização e prevenção contra a covid, que está em andamento.

Os dados das coberturas vacinais referentes ao calendário das crianças até um ano, devem cumprir a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde para cada vacina: 90% para BCG e rotavírus humano, e 95% para as vacinas da Poliomielite; Penta (DTP/Hib/HB); pneumocócica 10 valente; meningocócica C; febre amarela; hepatite A e tríplice viral D1.

O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima ressalta a necessidade de a população estar vacinada contra doenças graves, pois no período pandêmico, todo o país teve o percentual vacinal em baixa, conforme o Ministério da Saúde. “ Com a adesão à campanha, população vai estar protegida contra as doenças imunopreveníveis, evitando surtos, hospitais cheios, sequelas, reabilitações e até mesmo, mortes”.


Coberturas vacinais

No período de janeiro a dezembro de 2021, nenhuma das vacinas ofertadas às crianças menores de um ano e de um ano de idade, atingiu a meta adequada. Uma minoria dos municípios do estado de Rondônia se enquadrou dentre aqueles que atingiram as coberturas vacinais adequadas.

De acordo com a gerente técnica de vigilância epidemiológica da Agevisa, Arlete Baldez, a vacina da BCG é a primeira que a criança toma e o recomendado é que seja tomada ainda na maternidade, e saia protegida contra as formas graves de tuberculose.

“O que preocupa nesse momento é que, antes da pandemia, a BCG tinha a maior cobertura vacinal, com meta alcançada, de 90% das crianças menores de um ano de idade. De 2019 para cá, temos obtido números inferiores a este percentual, entre 88,11% e 70,75% em 2020, que coloca em risco a volta dessas formas graves de tuberculose. A única maneira de evitar esse retorno é essencialmente intensificar a vacinação”, declarou Arlete Baldez.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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