Jornal Correio Popular




JANEIRO ROXO
Agevisa quer ampliar política para combater a hanseníase

Data da notícia: 2023-01-03 18:47:36
Foto: Assessoria/Divulgação
Neste mês, serão realizadas ações pontuais de luta contra o estigma da doença no estado

O Ministério da Saúde (MS) oficializou o mês de janeiro para a conscientização sobre a hanseníase e a cor roxa para pontuar as campanhas educativas sobre a doença, que ainda é vista com muito preconceito e desinformação. Anteriormente conhecida por lepra, teve seu nome alterado no Brasil no ano de 1976, com a finalidade de reduzir o preconceito em torno dela.

Para a coordenadora estadual da Hanseníase da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Albanete Mendonça, a mudança não teve uma representação significativa nos desafios e preconceitos vividos pelos contaminados. “O preconceito é silencioso. A pessoa acometida ao revelar o agravo percebe o distanciamento social. Mas a doença é curável, porém, o diagnóstico tardio pode deixar graves sequelas, inclusive a incapacidade física com deformidades em mãos e pés, podendo levar também à cegueira”.

No mês de janeiro, a Agevisa fará ações pontuais para dar visibilidade à luta contra o estigma da hanseníase. Segundo o diretor-geral da Agência, Gilvander Gregório de Lima, a agência promove ações diretas sobre a temática,
“Trabalhamos para fortalecer as ações que emergem dos municípios e de organizações civis, apoiando não só o acolhimento e tratamento, como também a reabilitação socioeconômica, como é o caso do desenvolvimento de oficinas de capacitação para o mercado de trabalho e fortalecimento dos grupos de autocuidado”, informou.

O tratamento da hanseníase é ofertado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “O governo estadual tem garantido o benefício com fomento das políticas públicas, realizando a distribuição de insumos e medicamentos, e ainda apoiando os municípios que são responsáveis pelo tratamento, oferta de insumos, medicamentos, acompanhamento dos pacientes em unidades básicas de saúde e em centros de referência, não sendo necessária a internação dos pacientes”, explicou o governador Marcos Rocha (União Brasil).

Fonte: Secom

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