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INVERNO AMAZÔNICO
Agevisa de RO ampliam ações contra animais peçonhentos

Data da notícia: 2026-01-16 09:01:42
Foto: Agevisa/Secom/Divulgação
As ações são coordenadas pela Sesau, por meio da Agevisa, integrando vigilância, assistência e educação em saúde

Neste início de 2026, com o objetivo de conscientizar a população sobre medidas simples e eficazes de prevenção, o governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa) intensificou as ações de prevenção e orientação à população para reduzir acidentes com animais peçonhentos durante o inverno amazônico, período em que escorpiões, aranhas e serpentes tendem a aparecer com mais frequência em áreas urbanas e rurais do estado.

A iniciativa envolve campanhas educativas, monitoramento epidemiológico e fortalecimento da rede de atendimento, com foco na proteção da vida e na resposta rápida aos casos registrados. Manter a limpeza do domicílio e dos quintais, evitar entulhos em terrenos baldios, vedar frestas em portas e paredes, inspecionar roupas e calçados antes do uso e utilizar botas e luvas em atividades ao ar livre são medidas simples e eficazes de prevenção. As ações são coordenadas pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesau), por meio da Agevisa, integrando vigilância, assistência e educação em saúde.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, (União Brasil) os investimentos em saúde fortalecem a rede de vigilância e atendimento em todo o estado. “Temos ampliado os investimentos em saúde, com aquisição e distribuição adequadas de soros antivenenos, capacitação das equipes e ações educativas, para garantir que a população esteja informada e que o atendimento seja rápido e eficaz, reduzindo riscos e salvando vidas”, alegou.


Dados e vigilância

De acordo com o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, entre 2021 e 2025 foram registrados 7.401 acidentes por animais peçonhentos no estado, com maior incidência em áreas rurais e predominância no sexo masculino. “Os dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde orientam nossas decisões, desde a distribuição de soros até a definição de estratégias regionais de vigilância, garantindo tratamento oportuno e redução da letalidade”, explicou.

Fonte: Secom




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