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JI-PARANÁ
HM e UPA realizam atendimento pelo ‘Protocolo Manchester’

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Foto: Assessoria
Os pacientes são classificados por cores e são chamados de acordo com a prioridade na Unidade de Pronto Atendimento

(Da Redação) Para esclarecer como ocorrem os atendimentos no Hospital Municipal Doutor Claudionor Couto Roriz e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ana Beatriz de Oliveira da Silva, a Prefeitura de Ji-Paraná divulgou na rede social, na semana passada, o método pelo qual alguns pacientes são atendidos antes que os outros. É o “Protocolo Manchester”, que define por meio da triagem inicial a prioridade.
O protocolo, método internacional, tem como principal objetivo salvar vidas, para garantir que pessoas em situação mais graves recebam atendimento imediato. Todos os pacientes são atendidos, porém aqueles que apresentam maior risco têm prioridade, assegurando mais eficiência, segurança e organização nos serviços de saúde.
A classificação de risco é realizada por profissionais a partir da avaliação de sinais, sintomas e queixas apresentadas. Com base nessa triagem, o paciente recebe uma cor, que indica o grau de urgência e o tempo máximo estimado para atendimento.

Classificação

Os casos classificados como “vermelho” são considerados emergenciais e necessitam de atendimento imediato. Esses pacientes apresentam dificuldades para respirar, desmaio convulsões, sangramento intenso e parada cardiorrespiratória. Já os pacientes enquadrados na cor “laranja”, considerados muito urgentes, devem ser atendidos em até 10 minutos. Eles dão sinais de dores fortes, sangramento, falta de ar e confusão mental.
A cor “amarela” indica urgência, com tempo estimado de até 60 minutos após a chegada na unidade de saúde. São pacientes moderados que apresentam risco de atenção com dores moderadas, febre persistente, vômitos repetitivos e mal-estar intenso. Pacientes classificados como “verde” apresentam menor gravidade e podem aguardar até 120 minutos. Nessa classificação apresentam dores leves, sintomas simples e sem gravidade.
Já nos casos com cores “azuis”, considerados sem urgência, têm tempo estimado de espera de até 240 minutos. São pacientes com consulta de rotina, sintomas crônicos sem piora e queixas antigas. É importante destacar que esses prazos são estimativas e podem variar conforme a demanda da unidade e a evolução clínica de cada paciente.
Ao compreender como funciona a classificação de risco, a população pode ter mais confiança no sistema de saúde e entende que a prioridade no atendimento é definida pela gravidade do caso, reforçando que esse modelo é fundamental para preservar vidas e melhorar a qualidade do atendimento nas unidades de urgência e emergência.

Fonte: Assessoria Acervo/Divulgação




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