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Alero solicitou estudo para revisar preço de pedágio

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Foto: Alero/Secom/Arquivo/Divulgação
Deputado Pedro Fernandes afirmou que a população está sentindo no bolso o preço elevado do pedágio cobrado na BR-364

(Da Redação) A Assembleia Legislativa de Rondônia, no início de janeiro, protocolou na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), ofício solicitando um estudo técnico e econômico para revisar o preço do pedágio praticado na BR-364, no trecho entre Vilhena e Porto Velho.
Segundo o deputado estadual, Pedro Fernandes (PRD), a população do estado está sentindo no bolso o preço elevado do pedágio praticado pela concessionária Nova BR-364. “Quem reside em Cujubim e precisa ir a Porto Velho paga R$ 5,00. No retorno para Cujubim, o usuário da rodovia precisa pagar R$ 35,00”, previu o parlamentar.
Cujubim faz parte da região da produção do estado e fica distante 220 km da capital rondoniense. No entanto, muitos moradores do município utilizam a rodovia para ir até a cidade de Ariquemes, município polo da região.
“Quem precisa ir até Ariquemes para fazer uma faculdade, por exemplo, terá de pagar R$ 74 reais por dia. Em 20 dias, o cidadão terá desembolsado R$ 1.480,00”, disse o parlamentar, acrescentando que é necessário um preço mais justo e equilibrado à população.
Por outro lado, o empresário do setor de transportes e ex-senador Acir Gurgacz (PDT) também protocolou um documento, na quinta-feira (22), solicitando a suspensão da cobrança até que a empresa vencedora da licitação providencie as melhorias na rodovia. A nova concessionária ainda não duplicou um quilômetro de rodovia.
A única obra que ganhou prioridade da concessionária foi a instalação do sistema de cobrança de pedágio, o que permitiu a cobrança imediata do pedágio.
Em números, 1.300 carretas trafegarem, por mês, pela rodovia federal recentemente privatizada. Durante 30 dias, a concessionária terá um lucro de R$ 401 mil somente com carretas de 9 eixos que fazem o transporte de grãos ao Porto da Capital. Em 12 meses, o lucro da concessionária será de R$ 144 milhões.
Os motoristas que atuam no serviço de frete e trafegam diariamente pela rodovia federal no transporte de alimentos, entre os municípios que terão cobrança de pedágio. Eles já contabilizam o aumento do serviço de transporte.
Com informações do Jornal Valor Econômico.

Fonte: Alero/Secom/Arquivo/Divulgação




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