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ARTIGO
VAMOS COMEMORAR A POESIA?

Data da notícia: 2026-03-19 09:22:46
Foto: Arquivo Pessoal
Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor – Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA

E estamos no mês da Poesia. E há que comemorarmos a permanência deste gênero literário, pois é ele que nos torna um pouco mais humanos. É através dos olhos dos poetas que conseguimos ver mais beleza na vida, que conseguimos ver uma luz no fim do túnel ou um futuro menos eletrônico ou mecânico para o ser humano.

Neste mês de março comemoramos duas vezes a poesia: 14 de março é o Dia Nacional da Poesia. No Brasil o dia da poesia é neste dia, porque é o dia do aniversário de Castro Alves, um dos grandes poetas brasileiros. O Di a Internacional (ou Mundial) da Poesia, no entanto, é comemorado no dia 21 de março, por iniciativa da Unesco.

Poesia é a língua universal da alma. Poesia é a linguagem do sentimento, da emoção, do lirismo, da sensibilidade. O Poeta é esse ser estranho e singular, iluminado, que vê a vida com o coração e tenta passar essa visão a todos aqueles que tiverem sensibilidade para recriar a sua visão.

É das penas deles que flui a emoção e o sentimento dessa arte incomensurável que se chama poesia.

É o poeta que torna esse nosso mundo, tão belo e ao mesmo tempo tão conturbado, um pouco mais humano, é ele que desnuda a alma para que a nossa alma seja menos dura, menos intolerante, mais solidária, mais humana.

É o poeta que nos leva a contemplar o amor, que nos leva a pensar a paz, que nos lembra de que somos irmãos gêmeos da natureza e por isso mesmo precisamos amá-la e respeitá-la, para que ela nos proteja e não nos desampare.

O mundo atual, tão corrido e tão violento, com tantas guerras, precisa da singeleza e do lirismo da poesia. A poesia é necessária, para que não nos deixemos endurecer ainda mais, para não deixarmos de ser gente.

Sim, a poesia é necessária. Como deixar fluir a alma pelas pontas dos dedos, a não ser pelos versos de um poema? A poesia é sentimento, é emoção, é alma, é coração. Como sermos humanos sem tudo isso?

A poesia é mágica, como já disse Quintana – e quem mais poderia dizê-lo, senão o Mestre da poesia, o poeta passarinho?

Por Luiz Carlos Amorim - Escritor, editor e revisor – Fundador e presidente do Grupo Literário A ILHA

Fonte: Luiz Carlos Amorim




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