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SAÚDE PÚBLICA
Rondônia reforça vacinação e mantém coqueluche sob controle

Data da notícia: 2026-04-10 09:31:14
Foto: Pablo Belo/Secom/Divulgação
Estado não registra surto, mantém caso controlado e reforça a importância da vacinação

Rondônia mantém o cenário da coqueluche sob controle, sem registro de surto, mesmo após a confirmação de um caso isolado em um bebê no fim de março, em Porto Velho. A atuação das equipes de vigilância em saúde foi intensificada com monitoramento, investigação epidemiológica e reforço na orientação à população sobre prevenção e sintomas da doença.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa) coordena ações em todo o estado, intensificando as coberturas vacinais, notificação compulsória e resposta rápida aos casos suspeitos. Entre as medidas adotadas estão: investigação de contatos, bloqueio sanitário, e realização de exames laboratoriais, para garantir controle da situação e prevenção de novos casos.

“A atuação integrada entre estado e municípios tem garantido respostas rápidas e eficazes, protegendo a população”, informou em nota o governo de Rondônia.
De acordo com o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, o caso registrado foi, prontamente, monitorado e controlado. “A notificação da coqueluche é compulsória, o que garante resposta imediata das equipes de vigilância. Realizamos toda a investigação epidemiológica, com identificação de contatos e bloqueio sanitário. Hoje, a situação está controlada e não há risco para a população”, frisou.


Vacina

A gerente de Vigilância Epidemiológica da Agevisa, Luma Kubota, explicou que a vacinação é a principal forma de prevenção contra a coqueluche. “Temos uma cobertura vacinal da pentavalente em 97%, acima da meta, mas é fundamental manter esse índice. Não há motivo para pânico, porém, é necessário manter as coberturas altas e a população atenta”. Ela também reforçou a importância da vacinação de gestantes com a Tríplice Bacteriana Acelular Adulto (DTPA), que protege o bebê nos primeiros meses de vida.

A coqueluche não está erradicada e pode apresentar casos esporádicos. Os principais sintomas, incluem: tosse persistente por mais de 10 dias, crises intensas de tosse, dificuldade para respirar e, em casos mais graves, vômito e apneia, especialmente em bebês. Crianças menores de dois anos estão entre os principais grupos de risco. A orientação é que, ao identificar os sintomas, a população procure uma unidade de saúde para avaliação.

O estado segue abastecido com vacinas, distribuídas continuamente às seis regionais de saúde, garantindo acesso à população em todas as unidades. Além disso, Rondônia mantém ativa a campanha de vacinação contra a influenza até o mês de julho, para ampliar a proteção da população contra doenças respiratórias.

Fonte: Secom




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